domingo, 4 de maio de 2008

el Clandestino

Sexta eu e Pitanga fomos para um bar/boate quente em Copacabana: Clandestino.
Digo quente não como um sinônimo de badalado, mas quente por que a refrigeração do lugar não funcionava direito (principalmente onde era mais necessário, a pista de dança).

Era uma festa de black music que ocorre todas as sextas; sempre fui convidado mas nunca tive ânimo de ir.

Cheguei antes da minha colega Pitanga, logo na porta encontrei outros conhecidos - tática mais óbvia para furar fila é checar se há alguém conhecido nela antes de ir pro final – e logo neste exato momento percebi que poderia me dar bem na noite antes mesmo de entrar no estabelecimento.

[vou pular muita historinha, e depois eu edito o Post incluindo detalhes...ou não]

Eu digo tive 4 opções ao longo da noite, sem ser pretensioso*, e escolhi a que mais me sorriu, olhou e buscou conversa (obviamente a mais bonita, na minha opinião, sem desmerecer as outras)...
- “I’m from Norway”

Pra que “viajar” até um país frio e longínquo? Para ouvir uma seqüência de “não”...
- “Sorry, no, no, no”.
- “Why so many ‘no’ girl, I’m not talking about rehabs?”

Acreditem, poucas vezes eu estive tão certo que iria rolar e na hora dá tudo errado.
Fim de noite e vejo que duas das outras 3 opções estavam mais abertas** (Meu amigo J que o diga). Bem, eu tinha a amiga Pitanga – que teve a mesma má sorte que eu, apesar do literal empurrão que eu dei pr’ela esbarrar num francês - ; fizemos cia um ao outro embaixo da chuva.

---

* desde segunda inaugurei uma fase pretensiosa na minha vida (explico em um outro post). Não sei quanto tempo vai durar e se vai render algo positivo.

** dizer que alguém está aberta (com a entonação "correta") é uma coisa engraçada. Essa entonação existe desde que Tetine entrou no nosso universo. Pena que o myspace dela não tem mais esta música para audição.

Nenhum comentário: