A noite na Lapa foi um festival de escolhas menos randômicas, expectativas singulares e breves histórias desenhadas separadamente.
Quando se fala Lapa você está abrindo um leque de opções que só confundem os que não conhecem o local direito, os que não têm grana ou disposição de andar, e os gringos indecisos. Mas tínhamos coordenadas certas e planos individuais para a noite.
Chegamos no depósito para catar umas cervas e encontrar a Isabelle, amiga de Giovanna (escrevo por todos, mas permitam-me uma interlocução pessoal, Isa total Miniature Heaven...UUUhhhh). De longe vi uma pessoa que parecia um manequim de cabelo vermelho radiante. Fui o único a dizer com certeza que era a Tabata (até então eu não sabia que ela ia fazer parte dessa história).
..............................Pausa dramática...............................[pequeno flashback]Tabata, também conhecida como Alice, é uma pessoa que causa pequenas/grandes sensações bem distintas em cada um. Ruiva, dançarina, sexy...Como uma droga você fica seduzido a consumir sem querer saber dos efeitos colaterais.
Quando a conheci (também na Lapa) havia virado duas noites trabalhando e só queria sentar e beber um chopp ou ir para um lugar em definitivo. Ela obrigou a confraria a rodar todas (eu disse TODAS) as ruas da Lapa atrás de uma pessoa “x”. Que felicidade, e nem bônus eu ganhei pelo meu esforço descomunal.
Resumindo: ela é um
Plot Twist ambulate.
..............................Fim do flashblack..............................No depósito bebemos um pouco e cada um foi seguir seu destino. Eu, Paula e Fernanda direto para o Manifesta. Giovanna, foi com Isa e Tabs encontrar um outro pessoal na Sinuca da Lapa.
No Manifesta me diverti com a mistura de sons, mas isso não era o suficiente. Queria encontrar a minha
Aussie favorita.
Desde que esbarrei com ela num baile funk não consigo desassocia-la das palavras loucura, diversão e loucura. =P
Essa menina, é uma coisa...Além de engraçada, tem uma história de vida incrível (afinal como uma australiana que viajou o mundo vai parar na Rocinha e lá monta um ateliê de moda).
Enquanto eu estava atormentado com o paradeiro da australiana que nunca chegava no Manifesta, Pitanga e Paula estavam mais interessadas na despedida do Andrew (um americanozinho pra lá de gorgeous).
Do outro lado da Lapa...Nossa amiga Tabata ganhou um upgrade no ego (putz precisa?), e totalmente gratuito...Numa cena inusitada um grupo de meninos abaixa as calças e bate palmas; uma forma de reverência à beleza incontestável de uma mulher, o intitulado “Palmas de Cuecas”.
- agradecimentos aos amigos da Isabelle. -
Esse gesto tão cheio de sensualidade conquistou a Tabs (ehhhh, acho que ela discorda).
Ela e Giovanna encontram Romeo (amigo de Gi) e decidem fugir, (cof) digo ir para o Empório, em Ipanema.
Voltando ao lado de cá da Lapa...Eu e Pit paramos num baile funk em baixo dos arcos (foi a última msg que havia recebido da aussie, isso umas 4 da manhã dizendo que ela estava lá). Lá encontrei ninguém menos que Daniel Curi, meu amigo de infância e vocal da banda
Don Zero (vou cobrar o jabá).
...Cadê a menina australiana?!
Voltando para casa (último telefonema da noite).
Minha noite acaba numa busca falha.
Pra terminar a odisséia, eu e Pit sem querer saímos sem pagar umas batatas fritas, e a Gi e a Tabs “faturaram” um copo mega gigante do Empório.
Diria o Daniel Câmara: “Uma noite sem lei”.