terça-feira, 5 de agosto de 2008

alô rio de janeiro, aquele abraço!

foto sem créditos, olhares, nus.

Assim que eu vi essa foto lembrei da minha cidadezinha.
Esse clima escombros me lembrou das nossas favelas e ruelazinhas, aqueles assaltos homéricos que nos tiram até as calças (literalmente). Mas como não são só desgraças, é bom lembrar dos momentos felizes com pessoas erradas e casadas , quando o boi chega, sabe... Dá nisso.
Aliás, são essas coisas que me fazem, gostar cada dias mais do meu Rio de Janeiro, mas ao mesmo tempo, me fazem querer ir embora daqui com a maior força.
Nunca fui assaltada, por pura sorte (e também nunca carrego nada de valor, ia perder tempo me assaltando), e não costumo ter medo de me enfiar nos buracos quentes. Enfim, não dou a mínima.
Porém, esse desprendimento do Carioca, essa coisa libertina/tária que o carioca tem, de semrpe querer mais do que pode, ou do que precisa... O amor não existe mais, isso é fato. E todo mundo sempre quer sexo, sexo, sexo. Pular a cerca, por exemplo. Se você já tem alguém, pra QUÊ precisa de outra pessoa, ainda mais se for só pra uma noite feliz de sexo louco?! É foda.
Quero pegar um avião e ir pra qualquer lugar do mundo, onde por favor, as pessoas não traiam umas às outras (pfff, até parece que isso é possível...). Okay, eu sei que isso não é coisa só de carioca, e que o carioca é super gente fina, super maneirinho, supretemdemssia, super amigável, etc. Mas como é aqui que eu moro e é isso que eu vejo, é por isso que eu passo e é disso que eu quero me livrar e de longe poder dizer 'alô Rio de Janeiro, aquele abraço'.

beijosmeliga111

Um comentário:

Nisleep disse...

Nem todo é assim..but most of the people are..
Humpf..=(