Bem, enquanto dou um tempo nos estudos e descanso de uma lasanha obscena que acabei de comer, aproveito para fazer algumas notinhas aqui. [Ah! A minha intenção era assistir a um episódio de Prison Break, só que descobri que o meu arquivo estava corrompido ¬¬ ]
* Tenho pensado bastante sobre toda essa parafernalha comunicacional da nossa geração. Estava contabilizando outro dia as ferramentas de comunicação e/ou redes de relacionamentos (nas palavras da pesquisadora
* Bem, a questão mais premente dos últimos tempos, no meu caso, é se associo o meu Twitter ao blog
* E por falar em Twitter e Raquel Recuero, tenho achado muito interessante a cobertura que ela tem feito da Compós (Encontro Anual de Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação), com textinhos bem sintéticos sobre o que tem rolado por lá. [Tá ok, pessoas, estou falando aqui na condição de comunicador-pesquisador, então isso tudo é bem interessante pra mim, hehe... /sobretudo porque conheço o pessoal que tá lá participando da Compós]
* Ainda sobre essa cobertura, fica a vontade de saber um pouco mais, entretanto a própria estrutura do Twitter, com postagens de até 140 caracteres dificulta uma produção textual mais elaborada.
* #compos2008 a janice caiafa pergunta qual a relevancia de saber o q os outros estao fazendo na net 10:34 AM June 04, 2008 [postagem da Recuero] Achei isso bem engraçado, porque conheço o trabalho da Janice Caiafa, tenho livro dela e acho que subjetividade na internet é assunto mais do que relevante em nossos dias. Alguém duvida?
* Aliás, acabei minha leitura de um artigo de outro pesquisador, o João Freire Filho. Tá no livro Reinvenções da Resistência Juvenil, obra bem importante pra minha pesquisa atual. Bem esclarecedor. O suficiente pra eu considerar o pessoal do tiopês como uma tribo urbana e não como uma subcultura, apesar de alguns deles serem razoavelmente organizados.
* Esta obra do João Freire também tem umas considerações muito interessantes sobre uma série de manifestações culturais/jovens contemporâneas. Nunca imaginei que raves podiam ser tão subversivas, agenciadoras de interessantes micropolíticas. Recomendo.
*Ah, e pra acabar. Por falar em cibercultura, recomendo outra leitura interessante, a do
=)
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* Tenho pensado bastante sobre toda essa parafernalha comunicacional da nossa geração. Estava contabilizando outro dia as ferramentas de comunicação e/ou redes de relacionamentos (nas palavras da pesquisadora
Raquel Recuero, softwares sociais) e vi que sou usuário de simplesmente 13 dessas coisas. Vai do Blogger ao Twitter, passando pelo Flickr, Orkut, Youtube, entre outros... E se for contar, por exemplo, a quantidade de blogs diferentes, este número cresce mais ainda. * Bem, a questão mais premente dos últimos tempos, no meu caso, é se associo o meu Twitter ao blog
Epitélios, no qual me lanço como contista/cronista. Depois de muitas reflexões sobre o conceito de autoria (algo que ainda é muito discutido hoje) e ainda sobre as questões pessoais de autor (versus obra), me questiono se seria interessante "colar" aos escritos onde não falo de mim, as pílulas de informação pessoais que descarrego no Twitter. É uma questão (que ainda não resolvi). * E por falar em Twitter e Raquel Recuero, tenho achado muito interessante a cobertura que ela tem feito da Compós (Encontro Anual de Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação), com textinhos bem sintéticos sobre o que tem rolado por lá. [Tá ok, pessoas, estou falando aqui na condição de comunicador-pesquisador, então isso tudo é bem interessante pra mim, hehe... /sobretudo porque conheço o pessoal que tá lá participando da Compós]
* Ainda sobre essa cobertura, fica a vontade de saber um pouco mais, entretanto a própria estrutura do Twitter, com postagens de até 140 caracteres dificulta uma produção textual mais elaborada.
* #compos2008 a janice caiafa pergunta qual a relevancia de saber o q os outros estao fazendo na net 10:34 AM June 04, 2008 [postagem da Recuero] Achei isso bem engraçado, porque conheço o trabalho da Janice Caiafa, tenho livro dela e acho que subjetividade na internet é assunto mais do que relevante em nossos dias. Alguém duvida?
* Aliás, acabei minha leitura de um artigo de outro pesquisador, o João Freire Filho. Tá no livro Reinvenções da Resistência Juvenil, obra bem importante pra minha pesquisa atual. Bem esclarecedor. O suficiente pra eu considerar o pessoal do tiopês como uma tribo urbana e não como uma subcultura, apesar de alguns deles serem razoavelmente organizados.
* Esta obra do João Freire também tem umas considerações muito interessantes sobre uma série de manifestações culturais/jovens contemporâneas. Nunca imaginei que raves podiam ser tão subversivas, agenciadoras de interessantes micropolíticas. Recomendo.
*Ah, e pra acabar. Por falar em cibercultura, recomendo outra leitura interessante, a do
Carlos Castilho, que sempre tem coisas interessantes sobre ambiente virtual e jornalismo.=)
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2 comentários:
É tanta coisa que a gente às vezes fica perdido! hehe
Abção pitanguíceo
http://www.lenfantdeboheme.blogspot.com/
Cara, eu estava matutando sobre o mesmo assunto outro dia e me assustei ao perceber q era muito dependente de certas coisas, como orkut, fotolog..blá.blá.Dei uma de insana e deletei a porra toda, menos o cs.Não é que não fez a mínima diferença?Fez sim, aliás, qdo chego em casa eu troco d roupa e vou descansar..e não correndo pro pc para ver alguma novidade,recado ou whatever.Internet é bom, masdificulta a vida se não soube rlidar com isso.
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