




Agora, para livrar a minha mente da culpa de não fazer nada de útil para minha vida, resolvi voltar-me para a leitura nas horas vagas. E como as minhas "horas vagas" se resumem a nada menos do que 70% do meu dia, já li uma boa quantidade de livros em um período não maior do que um mês.
Ontem, ao voltar da 'faculdade', lá pras onze e tantas da noite, estava eu lendo tranquilamente no ônibus, quando, de repente, passou um outro ônibus ao lado do meu que conseguiu me tirar completamente de dentro do mundinho do meu livro e, por um longo momento, me colocar em um outro mundo muito mais complexo - minha propria mente.
O ônibus que passara ao lado do meu emitiu um som, ou melhor, um barulho, um estrondoso barulho, com certeza muitos decibeis acima do que meu ouvido costuma aguentar, e que me lembrava com toda clareza aquele barulhinho clássico dos carrinhos voadores em Os Jetsons (ah, por favor, todo mundo lembra daquele som dos carrinhos voadores!), semelhante aos sons das naves espaciais às quais estamos muito acostumados a ver em quase todos os filmes futuristas de ficção científica.
Ao pensar no que me lembrava tal som, que já havia passado por mim há alguns minutos, fiquei imaginando uma gama de coisas sobre minha vida, meu futuro profissional e/ou afetivo, mas rápidamente todos esses pensamentos foram abafados com a imagem dos Jetsons na minha mente, e todas as possibilidades de 'futuros' que eu começara a pensar para mim mesma se transformaram em coisas, literalmente, sobre o futuro, de um modo geral.
Eu queria ter a possibilidade de me manter viva para poder ver (e usar!) aqueles carrinhos voadores que vemos na tv (
The Jetsons e
O Quinto Elemento, por exemplo). Nossa, como seria pleno poder andar em um daqueles carros voadores, percorrer toda a cidade dentro de um pequeno e metálico pássaro-sem-asas. Imagina só um daqueles tubos teletransportadores clássicos, sair da casa do Felipe e chegar do Extra em uma fração de segundo, levados por um teletransportador molecular, super prático e fácil.
Carro voador, teletransportador, empregada robô, nanorobôs identificadores, viagens interplanetárias em naves de ultima tecnologia, Jude Law robô, sabres de luz, amigos extraterrestres, tecnologia de fácil acesso, casas com design super futurista (e sem pagar milhões por isso!), maquiador instantâneo, comida em pqeuanas pilulas que, ao serem postas no microondas, se transformam na mais deliciosa refeição,não sei, não consigo lembrar o nome de mais nada, ai, quanta coisa está passando pela minha cabeça! Ai quanto filme na minha mente!
Depois de acordar desse pequeno lampejo, fiquei um tanto encantada - com carros voadores, com Jude Law robô - , e resolvi ler
mais uma vez Nós, os Marcianos, de Isaac Asimo, que em mil-novecentos-e-antigamente conseguiu escrever as melhores e mais hollywoodianas ficções cientificas que eu ja ouvi falar, e que só peca por ter como "futuro" algo muito próximo de nós (claro, falar em anos 2000 para eles de antigamente era uóooo).
Bem, fico por aqui com minha viagem a um futuro distante (quem sabe!?), e espero que eu não me sur0preenda ao abrir o blog do Kayne West semana que vem e encontrar uma foto de um carro voador em circulação. Sério, eu acho que ia morrer hahahahaha.
Beijosmeliga, pessoal!
Gio