segunda-feira, 30 de junho de 2008

Segura essa Nu!

Enquanto eu e Jean bolamos um plano mirabolante pelas costas de todos (projeto prólogos), surge essa bomba!
O Canal Brasil está lançando um seriado...Você está Aqui.
Estão querendo nos passar a perna neh?!
Brincadeira, estou curioso para ver no que vai dar esse projeto do Canal Brasil.
Vai aqui o texto na integra do site Jovem Nerd:

Você Está Aqui é um programa que promete explorar o lado mais sombrio e terrível do ser humano. Idealizado pelo ator, diretor e roteirista Fernando Ceylão, o projeto é dividido em 20 episódios independentes entre si com duração de 15 minutos. Essa é a primeira série de ficção realizada pelo Canal Brasil. Com abordagem diferente, estética radical e cara de cinema, as influências de Você Está Aqui passam pelo cinema genial de David Lynch, pelas caóticas fotografias de David LaChapelle, embaladas numa linguagem videoclípica prontinhas para inovar e instigar as TVs de todo o país, com criatividade e inteligência. Confira aqui o trailer do programa.

Baseada na peça teatral criada por Ceylão, a série se aproveita dos melhores recursos cinematográficos para criar a atmosfera sombria, visando jogar o telespectador em um terreno desconhecido, surpreendente. O elenco conta com as participações de Neila Tavares, Ney Matogrosso, Paulo César Peréio, Marcelo Madureira, Louise Cardoso, Paulinho Moska, Remo Trajano, Caco Ciocler, Giane Albertoni, Viviane Pasmanter e Saulo Arcoverde.

Você Está Aqui vai ao ar no Canal Brasil todas as sextas-feiras, às 21h15min, a partir do dia 18 de julho.


Não custa lembrar que a proposta N.U! é diferenciada. E não será um produto para a Tv (ou seja sem limites).

domingo, 29 de junho de 2008

Tá Twittado...Tá tudo Twittadoh!

Tá...
Não tenho Twiter, então aguenta!
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Tá...
Hoje tomei até um café (na verdade sou chic, tomei um cappuccino).
Não só isso como passei o final de semana trabalhando num projeto sobre o lançamento de um sorvete sabor cappuccino da Kibon (coisas da faculdade).
Domingo, 21:32...Só uma peça pronta (de 10 a fazer).
Entrega, amanhã às 7:30 da manhã!
Booomm, muito bom!
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Tá...
"Afinal ele passou o finde inteiro, e não adiantou nem 50% do projeto?"
(vcs devem estar se perguntando).

Respondo que eu demorei a definir o layout final (o que era uma preocupação constante, já que é o último que farei antes de me formar); esquematizei tudo e deixei a base de "tools" e "layers" preparadas.
Suponho que isso me economize tempo, e optimize o meu trabalho.
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Tá...
Hj constatei que não tem jeito mesmo, o Yakisoba do Chucky caiu de qualidade geral (como já haviam me falado). Este é o meu jantar (+ 1 pão de queijo e um hamburguer desses safados de 2reais do Bobs e o Cappuccino). Conta: 10reais.
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Tá...
Dedico o clipe abaixo à pessoa do grupinho que é aficionada pelos rapazes de Liverpool.
Sim, eles, a primeira boyband do mundo...The Beatles!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Tá...Ainda na luta contra a Aids...


Essa provavelmente muitos de vocês já viram. É uma campanha dirigia ao público gay, que o ministério colocou na "praça" há poucos meses atrás.
Como bem se nota, inspirada no filme Beleza Americana.
ps.: deixei de lado o asterisco temporariamente.

Falando em campanha contra AIDS...


Essa imagem apareceu na busca de imagens do google hoje quando digitei "ministério da saúde"...
Curioso e criativo.

Campanha "Explore"

clique nas imagens com o botão do meio ou o scroll para aumentar.

Eu vi esta campanha no começo da semana no blog do Merigo, o Brainstom#9.
Não podia deixar de postar no Nu! O ilustrador James Jean diz que o processo de criação foi complicado pois o briefing exigia um tom "explícito" além do normal. Após alguns rascunhos mais sutis, eis a arte final aprovada. Muito bom! Lembra os longínquos tempos que eu era leitor da clássica Heavy Metal (edição brasileira). É uma ilustração bem interessante pela vasta "biodiversidade" do universo explorado.

Confraria musicada [4/5]


Não preciso comentar muito, só lembro que foi a música da virada (opa delícia) na Raeve Pedra.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Confraria musicada [3/5]

Toda festa tem que ter o Rei do Pop pra balançar a pista.
Esta execução do The Not Quite Quartet é bem cativante.



Ps.¹: O cara não é o Jack Black...Mas como parece.
Ps.²: Notoriamente não sou grande fã de American Idol; vejam então o que o vencedor da última edição fez com a mesma música.
Ps.³: " Who will dance on the floor in the round"?

Confraria musicada [2/5]

Essa aqui é uma graça.
É uma música que dá vontade de cantar para um estranho num banco de praça (como aqueles frente o Odeon). Hoje não somos mais estranhos.

Confraria musicada [1/5]

Essa semana eu vou postar músicas que fazem a festa da galera.
Algumas performances vão emocionar, algumas surpreender, outras quem sabe decepcionar...
Eu sei que é difícil ser unânime em termos de gosto musical, mas são musicas que de certa forma construíram a história da ConfrariaT.
Estou simples, querendo verbalizar pouco...Então aumenta o volume e solta o som!!!

Sobre minhas incursões em busca de um garoto católico [ou Weblog, parte 2: atualizações]

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Acabei um dos trabalhos que estavam pendentes há muitos, muitos dias, creio que meses. Curioso como tudo o que eu precisava era de um pouco de calma e algumas poucas horas.Acabei o que tinha de fazer em cerca de três horas. Menos um peso.

Hoje comprei um panetone. Gosto muito, muito mesmo de panetone. Não gosto muito das frutinhas, mas como. Acho que gostaria muito mais se o panetone não tivesse frutas. Acho que já até vi uma vez, mas creio que só produzem isso no natal, e ainda estamos em junho. Curioso também como esse universo tão sacro fica impregnado em tanta coisa: panetone vira sinônimo de natal, que, por si só, já se explica como data religiosa. Não me importa, eu gosto mesmo é de panetone. Ainda tem metade e está dentro da minha mochila, que está em cima da minha cama, que está desarrumada, da seguinte forma: algumas roupas de frio sobre o travesseiro, um casaco um pouco afastado dessas peças, algumas folhas em branco, um livro sobre mídia, um aparelho que reproduz músicas e que resolvi chamá-lo dessa forma aqui, duas notas de dez reais e uma de vinte, uma outra blusa, uma cueca branca (eu só tenho duas cuecas que não são brancas), a minha mochila com panetone dentro e dois lençóis dobrados.

Como havia acabado meu trabalho e me sentira bem leve, esquentei um café que havia feito na madrugada de ontem, tomei uma caneca, fui até a varanda, dei um pulo enquanto passava pelo corredor, troquei de roupa, porque a que eu usava era um pouco larga demais, peguei a chave e resolvi dar mais um passeio até o segundo dia de festa junina da igreja que fica na minha esquina e acho que é uma das principais de Niterói. Eu moro em Niterói.

A minha rua virou um mijódromo. Os católicos - digo, as pessoas que estão na festa - vêm até a minha calçada para urinar atrás dos carros e atrás das árvores. Geralmente são apenas as travestis que fazem isso, mas hoje os homens pais de famílias também se juntaram a elas. Desviei de um deles, porque não queria pisar no rastro de xixi e porque também ele não fazia meu tipo.

Cheguei meio abobalhado na festa. É sempre um pouco engraçado andar sem rumo entre pessoas com rumo. Atravessei por entre elas (mais cedo a festa estava mais cheia, porém, tinha que terminar meu trabalho), olhei as coisas, senti alguns cheiros, não sentia fome, porque havia comido muita sopa e ainda um pedacinho de pão, poucos minutos antes. Por isso mesmo acho que até me senti um pouco enjoado ao atravessar a fumaça dos espetinhos de queijo, de carne de frango, vermelha, coração.

Quando vi, estava no final da fileira de barracas. Dei-me conta, então, de que usualmente eu ando muito, muito, muito rápido, sempre, e acabo andando com tanta rapidez, como se estivesse com pressa, mesmo quando não estou, como acontecia naquele momento. Lembrei-em que nos raros momentos em que consigo ir à praia, costumo me pegar, assim, andando ligeiro, como se tivesse pressa.

Havia uma cantoria, falavam em Jesus. E um casalzinho se atracava, aos beijos, apoiado numa imensa venda de bebidas. Resolvi tomar um quentão, essa bebida com gengibre, quente, que seria muito interessante de tomar, naquele momento. E me dei conta de que não vendiam quentão. Apenas cervejas e batidas e coisas frias. Onde está o quentão? Como podem, coisas frias, neste frio?!

Cresci no interior de São Paulo. E lá, nesta época, a gente bebia quentão e comia batata doce assada na fogueira. Bem, na verdade eu era pequeno, não bebia, podia ficar só com a batata doce. Mas lembro que havia gengibre. E essa bebida, fervendo, em panelas gigantescas. A gente passava a mão por cima do vapor, e esfregava, pra espantar o frio de poucos graus.

Vejo uns senhores de casaquinhos e óculos de aros grossos e logo penso: padres. A música estava sem graça. Acho que eu mudara de humor de repente. Passei por alguns adolescentes, muitos deles com o mesmo objetivo que o meu (ou quase isso). Pensei em fumar um cigarro e ficar ali por mais um tempo observando todas as pessoas. Quando se tem um cigarro na mão é mais fácil justificar o estar parado, contemplando o que quer que seja que esteja à sua frente. Antes de tudo, você está fumando. Porra. Estou parado fumando.

Acho fumar tão anti-cristão. E beber também. Nossa, como sou conservador! Acho que seria um ótimo religioso. Fumar em frente à igreja? Destruir seu próprio corpo é destruir também o corpo de Jesus Cristo! Somos todos um corpo só!

Eu tenho mesmo este costume de andar por demais apressado. Foi tudo muito rápido. Quando vi, já estava aqui, de volta. Minha cama ainda espera mais um.




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originalmente publicado aqui

terça-feira, 24 de junho de 2008

Tem msn?

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Gente, me acabo com a criatividade alheia?



Flickr da pessoa criativa aqui.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Weblog

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Acho que acordei quase saltando da cama. A essa hora do dia já não me lembro muito bem. Deixe-me tentar recordar, enquanto lembro do que aconteceu agora há pouco, enquanto digito desajeitado neste teclado, enquanto ouço a música que toca a alguns metros daqui, enquanto a água esquenta na cozinha, porque vou preparar uma daquelas comidas que ficam prontas rapidinho. Faz frio e ficar botando a mão na água nada agradável não faz bem o meu estilo. Além do mais, teria de lavar um monte de louças depois, etceteras e etceteras coisas que tomam muito do meu tempo. Não posso parar pra fazer isso.

Lembro-me. Acordei ouvindo uma música nada poética, mas que era engraçadinha e cumpria a sua função de me fazer despertar. No dia anterior tinha sido acometido por uma profunda sensação de não-consigo-fazer-nada-sério, então tudo que fiz, durante o dia, foi comer alguma coisa dentro do pão, beber um café, um chocolate quente, alguma outra coisa boa pra se mastigar, talvez um doce. Talvez. Minha memória anda péssima. Fico pensando, e isso é recorrente, sobre o meu futuro como profissional que depende da memória, basicamente, para sobreviver, e não consegue lembrar do que comeu na tarde de ontem, se comeu um pedaço de doce, se comeu salgado, amendoim, o que seja.

"Ser acometido por", "talvez", "e isso é recorrente". Três vícios de linguagem do meu próprio idioleto. Tento parar de usar estas expressões, mas limitado que insisto em ser, elas acabam voltando.

Escrevo estas linhas agora, um pouco desconcentrado. Na verdade, tenho um monte de trabalho pra fazer e enquanto não tomo meu café, fico aqui, usando as palavras, divagando coisas... algo que gosto tanto de fazer. Ouço uma música brasileira, não ligo muito para o cacófato. Hoje o dia foi legal e percebo novamente que não estou sendo muito coerente. Mas não ligo.

Engraçado que cheguei do trabalho e fui atraído por uma festa junina, todos aqueles doces dão deliciosos, todas as cores, o clima um tanto festivo, esse vento de inverno, tudo muito interessante, apesar da igreja ali, à minha frente.

E penso: vou dar uma volta por aqui, será que encontro algum garotinho católico interessante, em conflito com seus pecados, pronto pra cair nos meus braços, cair em meu peito, deitar na minha cama? Preciso mesmo de um garoto desses católicos, pronto pra se tornar um herege feliz. Venham, jovens rapazinhos de poucos pelos no rosto, deixem-me sentir seus cheiros, venham, venha, venha para os meus lençóis cor de xadrez. Vamos acordar sob esse céu de inverno, deixe-me sentir seu cheiro.

Que vermelhas estão as maçãs de amores. Ouço uma música brasileira. E agradeço os anônimos.

Hoje o dia foi um pouco tranquilo. Deu tudo certo, pela manhã, como eu planejava. Tivemos uma conversa boa, de negócios, de certa forma, decidimos coisas. Cumpri com meu compromisso. Uma reunião, que estava marcada para as onze horas. Acordei às sete e meia, levantei-me rapidamente ao som de uma música que não era poética. De madrugada fiz as contas do mês, luz, aluguel, telefone. Pela manhã, paguei minhas contas. Não lembro de ter tomado café. Sim, acho que tomei, com dois pedaços de pão, se não me engano. Foi isso. Não consegui comer tudo, joguei um pedaço da baguete francesa no lixo. Pela manhã eu não consigo muito mastigar.

Olhei-me no espelho, achei-me tão maduro, meus cabelos tão pretos, tão do tamanho que combina com minha blusa de frio. Acho que não gosto mais de raspar a cabeça, me sinto tão homem e tão menos garoto. De repente, quando olhei pro espelho, senti o tempo. E não me senti muito mal, sorri.

Meus dentes ficam cada vez mais brancos, acho isso tão engraçado. Meu cabelo está preto e combina com esta blusa. Comprei uma blusa aqui perto e ela é a minha roupa mais nova e preferida.

Hoje pela madrugada agradeci, mais uma vez, aos anônimos, que tanto me inspiram. Lembrei, mais uma vez, do meu cachorro. Sinto mais vontade de tomar um café. Ouço uma música brasileira.

Hoje, pela manhã, eu senti o tempo no espelho.





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originalmente, publicado aqui

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Futurindo







Agora, para livrar a minha mente da culpa de não fazer nada de útil para minha vida, resolvi voltar-me para a leitura nas horas vagas. E como as minhas "horas vagas" se resumem a nada menos do que 70% do meu dia, já li uma boa quantidade de livros em um período não maior do que um mês.
Ontem, ao voltar da 'faculdade', lá pras onze e tantas da noite, estava eu lendo tranquilamente no ônibus, quando, de repente, passou um outro ônibus ao lado do meu que conseguiu me tirar completamente de dentro do mundinho do meu livro e, por um longo momento, me colocar em um outro mundo muito mais complexo - minha propria mente.
O ônibus que passara ao lado do meu emitiu um som, ou melhor, um barulho, um estrondoso barulho, com certeza muitos decibeis acima do que meu ouvido costuma aguentar, e que me lembrava com toda clareza aquele barulhinho clássico dos carrinhos voadores em Os Jetsons (ah, por favor, todo mundo lembra daquele som dos carrinhos voadores!), semelhante aos sons das naves espaciais às quais estamos muito acostumados a ver em quase todos os filmes futuristas de ficção científica.
Ao pensar no que me lembrava tal som, que já havia passado por mim há alguns minutos, fiquei imaginando uma gama de coisas sobre minha vida, meu futuro profissional e/ou afetivo, mas rápidamente todos esses pensamentos foram abafados com a imagem dos Jetsons na minha mente, e todas as possibilidades de 'futuros' que eu começara a pensar para mim mesma se transformaram em coisas, literalmente, sobre o futuro, de um modo geral.
Eu queria ter a possibilidade de me manter viva para poder ver (e usar!) aqueles carrinhos voadores que vemos na tv (The Jetsons e O Quinto Elemento, por exemplo). Nossa, como seria pleno poder andar em um daqueles carros voadores, percorrer toda a cidade dentro de um pequeno e metálico pássaro-sem-asas. Imagina só um daqueles tubos teletransportadores clássicos, sair da casa do Felipe e chegar do Extra em uma fração de segundo, levados por um teletransportador molecular, super prático e fácil.
Carro voador, teletransportador, empregada robô, nanorobôs identificadores, viagens interplanetárias em naves de ultima tecnologia, Jude Law robô, sabres de luz, amigos extraterrestres, tecnologia de fácil acesso, casas com design super futurista (e sem pagar milhões por isso!), maquiador instantâneo, comida em pqeuanas pilulas que, ao serem postas no microondas, se transformam na mais deliciosa refeição,não sei, não consigo lembrar o nome de mais nada, ai, quanta coisa está passando pela minha cabeça! Ai quanto filme na minha mente!
Depois de acordar desse pequeno lampejo, fiquei um tanto encantada - com carros voadores, com Jude Law robô - , e resolvi ler mais uma vez Nós, os Marcianos, de Isaac Asimo, que em mil-novecentos-e-antigamente conseguiu escrever as melhores e mais hollywoodianas ficções cientificas que eu ja ouvi falar, e que só peca por ter como "futuro" algo muito próximo de nós (claro, falar em anos 2000 para eles de antigamente era uóooo).
Bem, fico por aqui com minha viagem a um futuro distante (quem sabe!?), e espero que eu não me sur0preenda ao abrir o blog do Kayne West semana que vem e encontrar uma foto de um carro voador em circulação. Sério, eu acho que ia morrer hahahahaha.

Beijosmeliga, pessoal!
Gio

domingo, 15 de junho de 2008

Juliana Paes, Naruto, Natália Casassola

Não, eu não posso dormir, eu não posso ter vida além-pesquisa, eu não posso. Sim, eu estou pregado a este computador, sim, eu acabo postando coisas no Nu! [Tento fazer este post em menos de cinco minutos, pra não me sentir culpado]

A historinha veio da página do Alex Primo, minha mais nova fonte bibliográfica sobre cibercultura. [obs: O blog dele tem Criative Commons, então sem problema colocar o quadrinho aqui]

E quando eu achava que estava me livrando de compromissos acadêmicos (entenda-se: escrever, escrever, assinar artigo etc.), eis que me aparece uma coisa agora à noite.... Bem, deixa pra lá.

Saudações, caros amigos que nem vejo mais!
Ah, e o título da postagem: segui uma brincadeira do Alex e postei os termos mais buscados na página do Yahoo! de hoje. Só pra direcionar as pessoas para esta página, hehehe.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Donnie Darko Day




















Hoje?

Me add?

Na semana passada entrevistei uma especialista em hipnose. Tipo que vai rolar um congresso gigantesco lá pros idos de setembro, aqui no Rio. Tava lembrando agora das palavras dela: "A hipnose deixa o cliente relaxado, ele entra num outro estado, a pressão arterial cai (!), ele fica em um estado muito menos tenso..." and etcetera.

Sério que me deu uma puta vontade de ser hipnotizado agora.

Só que nem é que eu não acredito nisso, mas não conseguiria MESMO. Não faz meu tipo.

(...)Tá, vou fazer uma coisa relaxante aqui em casa, agora. Até que podia ser sexo na cidade. Mas nem é.



* * *

PS: o título da postagem foi tipo um ctrl+c, ctrl+v; escrevi a última coisa que tinha lido, antes de começar a escrever o post..., nada muito racional...


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quarta-feira, 11 de junho de 2008

"Eu sou G*y"


Na foto alguns Guys: Guy Pierce, Guy Ritchie e Guy Debord.

Não deixe o asterisco te enganar. Uma letra (ou a falta dela) pode fazer uma diferença e tanto.
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ps.: isso sim, foi uma piada.
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*Por um Nu! frontal de idéias.

Música

Não precisam ficar desesperados pq não falarei a respeito do meu gosto musical bizarríssimo nesse post.Só tava afim mesmo de postar a letra d euma música q eu tneho escutado muito nos últimos dias.No meu último post falei sobre imprevisibilidade da vida reoleta russa e ahco q essa música tem a ver.

Ps:QUEM FOI O DESGRAÇADO Q ME FEZ ESCUTAR DOUBLE JE DO CHRISTOPHE WILLEM??????PORRA, a música é mô fofinha e isso acaba com toda a minha personalidade e repúdio a coisas francesas.Argh, sou má e do contra, NÃO PODE!
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Dream On

Aerosmith

Composição: Steven Tyler

Every time that I look in the mirror
All these lines in my face gettin' clearer
The past is gone
It went by like dusk to dawn
Isn't that the way?
Everybody's got their dues in life to pay

I know nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win

Half my life's in books' written pages
Lived and learned from fools and from sages
You know it's true
All the things
Come back to you

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Dream on, dream on, dream on
Dream until your dream comes true
Dream on, dream on, dream on
And dream until your dream comes true
Dream on, dream on, dream on, dream on
Dream on, dream on, dream on

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Sexo e nada de amor na cidade


Bem, andei lendo os posts de minhas queridissimas amigas e cheguei a algumas conclusões imprecisas sobre isso (não chamo de "conclusões", e sim de indagações).
Não me encaixo em padrões de beleza, disso todo mundo sabe. Porém, acredito possuir algumas características que podem entrar nesse quesito "coisas interessantes" citadas anteriormente no texto "Amor e a cidade". Além de possuir um potencial cômico, digamos, um tanto elevado, e de não ter nenhum tipo de restrição no quesito conversas (mesmo se eu não souber do que se trata o assunto, eu dou meu jeitinho beijosmeliga), posso dizer que tenho bom gosto (e que sou bem modesta!). E aí?
Apesar disso tudo, estou sempre sozinha, e isso não me incomoda tanto.
Recebo uma gama de críticas lastimável quando digo que sou feliz sozinha. "OMFG, você está mentindo par si mesma, bla bla bla!". E daí se estiver? Eu acho o amor algo egoísta, e cada vez que eu me sinto triste por estar sozinha, um sentimento de "ai, como sou idiota" cai sobre mim com uma intensidade enorme, e logo após disso, me recupero desse desejo de ter alguém do meu lado e penso em como é ser um ser humano completamente isento de amor na nossa cidade.
Não sei, parece que as pessoas te identificam com o simples olhar, e quando, ao bater um tête-a-tête, descobrem que você é uma mulher sozinha e que não está morta por isso, te acham uma feminista de merda, ou como na maioria das vezes, uma encalhada que não gosta de si mesma.
Ou ntão, me reprimem, dizendo que eu devo me amar mais ou então fazer uma dieta, deixar meu cabelo crescer, bla bla bla, ou seja, ficar bonitona, ir pra night sarada e arranjar um principe encantado (sic) que vai me conhecer, vai me respeitar muito e me levar pra cama no quinto, quissá no sexto encontro (sic, sic, sic).
Até parece que é fácil assim, gente.
Não adianta, você pode dar investidas no Municipal, na Lapa, no ponto de ônibus, no inferno, que o máximo que você vai conseguir é um chá de você-sabe-o-quê durante alguns dias, semanas e até meses, mas um amor de verdade!? Isso já é mais complicado, é melhor sentar e eesperar mais um pouco (ou mais um muito).
Há 20 anos que eu passo todos os dias sozinha, sem ninguém ao meu lado, ninguém pra dormir abraçadinho, pra me cobrir de beijos, essas coisas todas melosas. [Okay, alguns devaneios e lascividades já me ocorreram, mas nada que eu tivesse sentido que iria morrer sem aquilo.]
Bem, a situação é que eu vivo melancólicamente e com um vazio enorme no peito, que eu insisto em não assumir que vai ser dizimado assim que eu sentir um tremor no mundo e escutar as estrelas tintilando no meu ouvido quando estiver com alguém.
Mas é dificil! Uma, duas, três, cinquenta noite(s) derradeira(s) com alguém não vai(ão) suprir a carência de um amor, um amor verdadeiro, bem lírico, bem poético, digno de um romance (de alguma desses épocas aí que eu não lembro o nome), daqueles bem melosos, um amor daqueles qualquer ser humano busca/sonha.

Mas claro, eu perderia completamente a minha pose de feminista e odiadora do amor se eu deixasse escapar que o maior sonho da minha vida é encontrar um principe encantado, me casar na igreja vestida de branco (sic), ter uma lua de mel (daquelas que o marido carrega a noiva no colo pra entrar no quarto) no Hawaí, ser mamãe de três bacurizinhos, ser uma otima esposa, daquela que faz uma recepção calorosa pro marido todo dia que ele chega do trabalho, passar a vida junto, dividir todos os momentos (menos a hora sagrada do pedrinho), ficar velhinhos juntos, ter uma penca de netinhos e bisnetinhos, chorar muito no enterro e, passadas duas semanas da morte do meu principe, morrer também e encontrá-lo me esperando no hall do Titanic enquanto eu desço as escadas, ruiva e com o coração do Oceano pendurado no pescoço (oops, exagerei aí).
Poizé, caros amiguinhos, confesso que sinto falta de um amor, mas para compor minha ambiguidade, dmito que ainda consigo viver tranquilamente sem um.
Por enquanto, enquanto meu principe encantado e eu não nos encontramos, sendo BEM clichê, me divirto com os sapos perdidos peo caminho, e me divirto beeeem. ;D

Então, finalizando, eis aí o fundamento principal da minha indagação:
porque o ser humano necessita de amor para viver?
E a partir daí:
porque é tão dificil encontrar um amor hoje em dia? ou então porque o amor e a cidade não sabem viver em harmonia?

Giovanna Cioci, que continua com o lema we hate love, we love hate em prol de sua camuflagem antiamor.





Happy End

o meu amor e eu
nascemos um para o outro

agora só falta quem nos apresente.



Cacaso


terça-feira, 10 de junho de 2008

Um dia eu quero ser elegante assim! [2]

Em uma semana onde os discursos sentimentalóides estão se proliferando no Nu!, venho eu remar contra a maré pra aliviar a tensão “Donnie Darkiana”.
(tô brincando gente)
Na verdade não me preocupo muito com a data comemorativa dessa semana (como já comentei no post da Nina). Acho viagem essa data fomentada para vendas unicamente.


Então fui em busca da viagem mais “egocentrada” possível. Lembrei de um post bem legal do meu amigo Jean, o qual havia despertado em mim a vontade de dialogar com, e trocar referências (claro).
E qual poderia ser o destino da minha viagem senão a moda.


Bem primeiro gostaria de apresentar-lhes os dois homens mais elegantes do mundo (hoje) na minha opinião:

1º Kanye West
Ele consegue se vestir absurdamente bem sem forçar. Ele consegue encaixar desde os detalhes
clássicos, bem como os mais extravagantes (óculos, lenços, cintos, etc) em sua vestimenta; sem ficar com carão de Elton John. Tudo isso com personalidade e charme próprio do negão.

Essas 3 primeiras são de um ensaio para a revista GQ. Classudo-classudo!
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Estas duas são as minhas favoritas. Que blazer é esse [OMG]?! Classudo-casual!
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Detalhes fazem diferença. Nas fotos em destaque o que podemos chamar de diferencial KW:
Óculos, cintos, lenços no bolso, até o lenço/cachecol no pescoço...
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2º Justin Timberlake
O segundo lugar não é novidade (pra quem me conhece); alias no mundinho da música foi este rapaz que começou a se vestir de forma alinhada no palco (Kanye no palco aposta em idumentária casual mesmo).
Os dois são bem parecidos no bom gosto. Justin
, menos extravagante que o Kanye, aposta mais no estilo clássico. O foda é essa postura sexy (back) e os detalhes bem legais que dão "o toque" como o tênis branco, colete, a gravata skinny e o chapéu.

Kanye always says: Don't Act like I never told ya! Must fit Justin, too.
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Resumindo.Pode apostar em...
  • Padrões geométricos, cortes retos, medidas ideais.
  • Gravatas Skinny.
  • Mix de sport + social.
  • Calça social com tênis (sempre).
  • Tênis de cano longo (nem sempre).
  • Óculos extravagante ou classicão. (desde que respeite as linhas do rosto)
  • Colete, chapéu, cinto com um toque diferenciado (se a roupa estiver “apagada”).
  • Lenços / cachecol (se alguém ficar com pinta de gay, não me responsabilizo).
  • Bom senso em algumas escolhas, muita coragem em outras, e grana sobrando.
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Por fim, não poderia deixar de citar alguns dos ícones atemporais que inspiraram toda essa moda atual (de Skinny Tie à chapéis).

Nesta seleta lista temos os Irmãos Cara de Pau (saca o chapéu de Dan Aykroyd e do John Belushi), o meu "bad motherfucker" preferido, Samuel L. Jackson. Os 3 já na ostentavam a marra da Skinny Tie .
Aí voltando um pouco no tempo, temos o eterno agente 007 Sir Sean Connery; feio, forte e formal como ele só (Craig tá tentando, forte).
E o último é o Jude Law, de dar inveja em qualquer um no filme Alfie – O Sedutor.
Ele é uma elegância só no filme, e ainda é mó pegador (confesso que já vi o filme umas 3 vezes para tentar aprimorar o meu "approach" com as damas).
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Isso tudo sem esquecer que a moda muda, e o universo de possibilidades é infinito para se vestir bem com R$100 ou R$25.
É certo que um terno classudo é um investimento além. Mas sobre ternos o meu pai sempre dizia:



"Vista um bom terno e você sempre trará algo novo ao mundo,
mesmo este não tendo nada de novo
(o terno ou o mundo)."
Alberto C. Provenzano
°°°

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ps.: todas as fotos originais estão em tamanho maior, basta clicar com o botão do meio/scroll para aumentar.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Polêmica is in the air

Na semana do sexo amor s2 flertes namoros whatever, posto este videozinho pra relembrar um momento emblemático da nossa querida amiga X, que participou do programa Márcia Goldschimdt Atitude.com, sobre relacionamentos.



Nossa querida X mandou bem, falou sobre toda a fragmentação e rapidez das rotinas e relacionamentos pós-modernos and so on...


Vejo que o debate tá ficando quente por aqui.

Felipe, Michelle e Giovanna dizem:
- Cadê o Pedrinho?

Amor e a cidade

Conforme fui lendo o texto da Pitanga, comecei a achar o título um tanto quanto inadequado. Por que haveria de ser “Sexo e a cidade” quando o que procuramos tão desesperadamente é o amor?Ok, trepar é bom.Mas a sensação física por si só não é lá grandes coisas.Sexo sem intimidade é meio inútil, a não ser que o cara/a menina tenha um mapa do tesouro do corpo do outro, caso contrário não será satisfatório, conseqüentemente não atingindo o objetivo mor de uma trepada que é a chegada ao orgasmo. Qual é o objetivo de querermos transar feito loucos, quando na verdade queremos transar feito loucos e dormir abraçados depois?

Para muita gente é difícil admitir/reconhecer que o vazio que o homem moderno sente hoje é culpa do amor.É mais simples ficar 4 horas por dia malhando a bunda na academia e se pegando em boatezinhas Jovem Pan do que admitir para si mesmo que não há nenhuma felicidade em toda aquela futilidade.Usando um auto plágio “O amor pestilento e moribundo, pranteia em um canto escuro pois sua presença foi negada.”.Essa dificuldade de envolvimento que acontece nas grandes cidades é apenas um indicador do quanto nós, homens pós-modernos, somos covardes.Não dá para se dedicar a um relacionamento de verdade, enquanto o relógio e o dinheiro forem os governadores universais.Por que perder tempo escrevendo uma poesia para quem você gosta, se você poderia estar trabalhando e ganhando mais dinheiro?Por que aparecer de surpresa na casa do seu amor se você tem que correr desesperadamente para dar conta de todos os seus 3 cursos, da sua labuta diária de 9 horas, da faculdade, dos trabalhos extras? Por que telefonar para saber como a outra pessoa se sente se você tem que achar tempo para dormir pelo menos 5 horas?Dá muito medo pensar que podemos estar abrindo mão de dinheiro/estudo/zoações com amigos e a outra pessoa é apenas calhorda de marca maior, que te corneia por trás.Solução?Não se envolver, não se dedicar, não se entregar.É muito mais fácil dar prum cara q eu nunca mais vou ver na minha vida, do que ter que encará-lo pro resto dos seus dias.E se ele achou meus peitos caídos?E se achou q meu pinto é torto(se eu fosse um homem, óbviamente)?Não é muito mais fácil apenas sumir do que encarar de que todo mundo tem seus defeitos?

Bonita e interessante?Já não é não?Eu gosto de gente que fala sobre política, que é implicante.Outros gostam de gente submissa que fala sobre moda e academia o dia inteiro.Considerando a diversidade de pessoas nesse mundo, por que há a necessidade de se inclinar para um padrão em vez de admitir sua própria beleza?Tá bom que eu não ia reclamar muito se quisessem me dar um corpo igual ao da Salma Hayek , mas pô só por q não to nos padrões vo deixar d me achar interessante?E vai tomar no cu geral que vier falando “AH mas vc tem peitos, ah vc é alta, ah vc tem o cabelo não sei oq”E os amantes d pés pequenos,cabelos curtos,meninas tímidas, meninas q curtem Sandy e Junior?Tem gosto(inclusive mal gosto) para tudo nesse mundo.

Quanto a “azaração” em locais improváveis, sou muito a favor desde que não seja forçadão.Dificilmente acho que alguém irá encontrar uma pessoa bacana quando sai na noite com o objetivo de capturar uma presa.Já ouvi histórias improváveis do tipo nego se conhecendo na fila de carne no supermercado, pessoas q se viram na maratona do cine odeon e se encontram um ano depois no ponto de ônibus,....Dar uma flertada no Teatro municipal é pinto perto dessas situações.

Relendo meu texto, chego a conclusão de que o amor é sorte.Pode sorrir para você ou não, tornando a vida algo assustador.Também não gosto de enxergar situações aonde não tenho total controle das coisas, mas me parece que é exatamente o que acontece.O jeito é não se proteger contra qualquer contato externo e não se frustrar quando algo aparentemente promissor não dá certo.A falta de previsibilidade da vida, apesar de me dar medo, é o que me estimula.é óbvio que essa é a minha visão das coisas, as conclusões são exclusivas do meu universo particular.Mas oq eu realmente acho é que vc pode muito bem ter a bunda da Sheila Carvalho e ser totalmente insatisfeita, como também ter os dentes nas amígdalas e ter encontrado alguém que te faz feliz.Então se você acha q você sentiria melhor ficando mais bonita, se sentiria mais interessante se tivessem milhões de caras atrás de você, corra atrás disso.Mas se é meramente uma questão social de aceitação, acho honestamente uma perda de tempo.Pq vc pode se esmerar para agradar os outros e acabar de qualquer forma decepcionada.Isso não é uma frase para estimular a acomodação não, mas vida é roleta russa total.

sábado, 7 de junho de 2008

Sexo e a Cidade: olhos do artigo

Em jornalismo a gente chama de olhos os trechos destacados de alguma reportagem, entrevista, artigo, etc. No blog, ou mesmo em uma revista, isso pode ser substituído, por exemplo, por trechos em negrito. Lendo o texto da Pitanga, que achei bonito e tão cheio de sinceridade, minha mão de editor coçou bastante. Por isso, não resisti, e separei aqui o que considerei como os melhores trechos.


Eu conheço pessoas que foram feitas uma para outra
(...) e que só se conheceram porque resolveram
fazer o mesmo curso de duas semanas,
no mesmo lugar, na mesma época...



O que se pode fazer?
Começar a freqüentar o Mistura Fina?
Ele nem existe mais, rsrs...



Não consigo mt me imaginar azarando
no [Theatro]Municipal, tipo, como assim!?



Se todos nós fossemos supermodelos,
teríamos mais pessoas atrás da gente
e tb mais dispostas a fazer
pequenos sacrifícios por nós...




Bem, e que venham os relacionamentos, nessa cidade feroz, nesse mundo pós-moderno veloz!

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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sexo e a cidade

Isso sim é um tema difícil. Por que? Porque ninguém tem a resposta. A resposta para sexo e a cidade, como faz (não, eu não escrevo comofas, mas não tenho nenhum problema com ele)?

Na verdade a única resposta é fazer como vc achar melhor, como vc achar que deve e se sentir melhor. Mas se como vc acha que é o melhor não for como os outros, ou o seu respectivo(a) namorado, amante, marido, ficante, rolo, etc) acha, aí complica. Aí segue em frente e parte pra outra, ou outro. Mas e se não houver outro? E se os outros tb não quiserem o mesmo que vc? Hmm....

Bom, existe o ponto de vista de quem busca um garoto legal e o de quem busca uma garota legal. Como eu não posso falar do 2º (passo a bola pra outro confrariano), falei do 1º e sobre as minhas teorias.

Você pode ir pra um lugar onde haja mais homens do que mulheres, à la Men in Trees. Eu conheço uma pessoa que tentou isso, mas o problema é que ela descobriu que isso só era verdade na região do interior do lugar, ou seja, se você não se importa em se mudar pro interior ou pro Alasca, beleza, mas se vc se importa...esquece. Como alguns já sabem, eu creio que isso tb é ajudado pelo fato de que nas cidades grandes as pessoas se interessam e se esforçam menos por um compromisso, pois nas metrópoles tudo é mais rápido e em maior quantidade, e sendo assim os relacionamentos acabam sendo um pouco assim tb.

Nessa teoria tb entra o fator Rio de Janeiro (ou fator Brasil, afinal isso pode ser um fenômeno nacional): eu acho que no Brasil as pessoas são mais levianas em relação às relações do que em outros lugares. É claro que como eu nunca morei em outra cidade ou pais eu posso estar errada, mas pelo que todos os estrangeiros que eu conheci e pelos brasileiros que moram/moraram fora do Brasil já me disseram, lá fora a coisa não é bem como aqui. È claro que zoação não existe só aqui nem foi inventada no nosso país (será???), mas a forma como ela foi quase institucionalizada na vida dos jovens cariocas é algo que me parece ímpar.

Outra opção seria pessoas mais velhas, que talvez já tenham chegado na fase de querer algo mais sério do que os mais novos. Essa opção eu nunca tentei, na verdade não tenho mt atração por pessoas mais velhas, mas nunca deixaria de tentar conhecer uma pessoa interessante só por causa disso, claro. Mas por outro lado, tb não é mt fácil conhecer pessoas mais velhas. Os lugares que eu vou e as pessoas que eu conheço em geral têm a minha idade ou são mais novas; o que se pode fazer, começar a freqüentar o Mistura Fina? Ele nem existe mais, rsrs... Nada contra, adoro (o pouco que conheço, infelizmente) jazz, mas esses tipos de lugares costumam ser caros e eu não vou mt neles. Eu já falei algumas vezes que uma coisa que eu tenho mt vontade de fazer é um dia ir ao Theatro Municipal para um concerto, sair para um barzinho e depois para outro lugar para cair no rock, acho que seria uma noite completa! Porém vou ser sincera com vcs, não consigo mt me imaginar azarando no Municipal, tipo, como assim!? Será que é isso que está errado, será que exatamente isso que eu deveria fazer mais vezes? Segundo alguns outros confrarianos, e exatamente isso que a gente deveria fazer mais, azarar mais em lugares improváveis... Bom, não sei, só sei que, como fizermos um trato sobre isso, eu vou tentar e, quando tentar de fato, eu digo aqui depois como foi. De qualquer forma na 1ª sexta do mês que vem se eu não for pra Maratona do Odeon quero mt ir para o The Maze, uma festa que tem em um morro em Laranjeiras que toca jazz e parece que tem uma vista linda. Eu queria mt ir nessa festa, mas não tem nada a ver com azarar nem nada, e sim fazer um programa que eu acho que iria gostar e completamente diferente do que eu faço, mas de qualquer forma se eu for eu tb digo depois como foi.

Minha última teoria é que tudo uma questão de matemática + sorte (ou seja, uma coisa não poderia contradizer mais a outra, não é? Rsrs...). Matemática porque se todos nós fossemos supermodelos, teríamos mais pessoas atrás da gente e tb mais dispostas a fazer pequenos sacrifícios por nós. E eu falo isso não por cinismo ou tristeza não, é só meu lado científico fazendo uma constatação lógica (é claro que pra isso não adianta ser lindo e completamente imbecil, mal educado ou com algum outro defeito de caráter extremamente exacerbado). E sorte pq eu conheço pessoas que foram feitas uma para outra (ou algo no estilo desse conceito) e que só se conheceram porque resolveram fazer o mesmo curso de 2 semanas no mesmo lugar na mesma época, ou seja, além de se acharem atraentes física e intelectualmente (matemática), tb tiveram a sorte de se conhecerem. Ah, e vc pode chamar a sorte de destino, plano mestre, como vc achar mais correto.

Ou seja, a única coisa que eu posso fazer é tentar ficar bonita, inteligente e conhecer bastante gente nova. Fácil, né? ;)

Tom Ford aqui, tava demorando...


BEM... Como o Tom Ford é um cara MUITO fodão, eu não resisti e decidi postar várias imagens relativas ao mundinho dele aqui.

Pra quem não conhece: era uma vez o Tom Ford, que certo dia foi uma mão na roda da Gucci, foi diretor de criação da Yves Saint-Laurent e há três anos lançou uma grife que leva seu nome e é puro loosho! Aprecio os trabalhos que ele faz, principalmente pelo tom sensual (e bota sensual nisso), que as peças carregam.

Aliás, Tom Ford por si só já é um cara muito, muito sexy...



Aí quando ele se junta com a Keira Knightley e a Scarlett Johansson, nesse ensaio para a Vanity Fair, a gente diz AH, VALEU!



Aqui, uma campanha recente. [O Nu! é do modelo brasileiro Alex Schultz]



E, por fim, a minha foto preferida:


- Sou foda, caralh
PAF!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Coisas da Comunicação

Bem, enquanto dou um tempo nos estudos e descanso de uma lasanha obscena que acabei de comer, aproveito para fazer algumas notinhas aqui. [Ah! A minha intenção era assistir a um episódio de Prison Break, só que descobri que o meu arquivo estava corrompido ¬¬ ]


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Tenho pensado bastante sobre toda essa parafernalha comunicacional da nossa geração. Estava contabilizando outro dia as ferramentas de comunicação e/ou redes de relacionamentos (nas palavras da pesquisadora
Raquel Recuero, softwares sociais) e vi que sou usuário de simplesmente 13 dessas coisas. Vai do Blogger ao Twitter, passando pelo Flickr, Orkut, Youtube, entre outros... E se for contar, por exemplo, a quantidade de blogs diferentes, este número cresce mais ainda.


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Bem, a questão mais premente dos últimos tempos, no meu caso, é se associo o meu Twitter ao blog
Epitélios, no qual me lanço como contista/cronista. Depois de muitas reflexões sobre o conceito de autoria (algo que ainda é muito discutido hoje) e ainda sobre as questões pessoais de autor (versus obra), me questiono se seria interessante "colar" aos escritos onde não falo de mim, as pílulas de informação pessoais que descarrego no Twitter. É uma questão (que ainda não resolvi).


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E por falar em Twitter e Raquel Recuero, tenho achado muito interessante a cobertura que ela tem feito da Compós (Encontro Anual de Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação), com textinhos bem sintéticos sobre o que tem rolado por lá. [Tá ok, pessoas, estou falando aqui na condição de comunicador-pesquisador, então isso tudo é bem interessante pra mim, hehe... /sobretudo porque conheço o pessoal que tá lá participando da Compós]



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Ainda sobre essa cobertura, fica a vontade de saber um pouco mais, entretanto a própria estrutura do Twitter, com postagens de até 140 caracteres dificulta uma produção textual mais elaborada.



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#compos2008 a janice caiafa pergunta qual a relevancia de saber o q os outros estao fazendo na net 10:34 AM June 04, 2008 [postagem da Recuero] Achei isso bem engraçado, porque conheço o trabalho da Janice Caiafa, tenho livro dela e acho que subjetividade na internet é assunto mais do que relevante em nossos dias. Alguém duvida?



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Aliás, acabei minha leitura de um artigo de outro pesquisador, o João Freire Filho. Tá no livro Reinvenções da Resistência Juvenil, obra bem importante pra minha pesquisa atual. Bem esclarecedor. O suficiente pra eu considerar o pessoal do tiopês como uma tribo urbana e não como uma subcultura, apesar de alguns deles serem razoavelmente organizados.



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Esta obra do João Freire também tem umas considerações muito interessantes sobre uma série de manifestações culturais/jovens contemporâneas. Nunca imaginei que raves podiam ser tão subversivas, agenciadoras de interessantes micropolíticas. Recomendo.



*Ah, e pra acabar. Por falar em cibercultura, recomendo outra leitura interessante, a do
Carlos Castilho, que sempre tem coisas interessantes sobre ambiente virtual e jornalismo.

=)
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A deslumbrante queda


The Fall - by Tarsem Singh

Na minha lista de filmes visualmente deslumbrantes estão os filmes do cineasta Zhang Yimou (de Hero e Clã das Adagas Voadoras), os Wachowski (não vi Speedracer, e nem vou ver tão cedo), Fonte da Vida do Darren Aronofsky e Labirinto do Fauno do Guilhermo del Toro. São filmes dotados de uma poesia visual imensa/intensa, e que compreendem muita filosofia por trás de seus roteiros.

O dia hoje está corrido, muito material para juntar, muita coisa para jogar no Excel, mas tive tempo de dar uma circulada por outros blogs e boletins na web. E eis que em dois dos meus favoritos eu encontro uma produção que chamou muito a minha atenção.
The Fall é um filme com uma direção de arte interessantíssima. A história me comoveu logo nos primeiros minutos do trailer (eu acho que crianças me conquistam só pelo olhar). Pra quem não saca inglês, não conseguiu pegar todas as falas do trailer, ou mesmo quer se aprofundar na história de The Fall, aqui está uma pequena sinopse:

Em um hospital nos subúrbios de Los Angeles, um dublê começa a contar a um outro paciente, a pequena Alexandria, uma fantástica história de cinco heróis místicos. A medida que a história avança, a sutil linha que separa ficção e realidade fica "embaçada". O real e o imaginário se confundem graças memória fragmentada do dublê (que nãooo é o Jake Gyllenhaal) e a incrível imaginação da pequena Alex.

The Fall é dirigido por Tarsem Singh (que também dirigiu o filme A Cela).
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Algumas belas imagens de The Fall.
ps.: estranho é que a produção é datada de 2006, e tem data de lançamento prevista para Janeiro de 2008. Eu ando desinformado ou este filme realmente não foi lançado nos cinemas brazucas? Se alguém souber do destino de A queda (que também pode ser traduzido como O Outono) por favor poste aqui.
°°°

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Desktop


Estou aqui, escrevendo sobre cultura jovem e os Estudos Culturais láá na década de 70, quando me deparo com esta visão. Esquizofrênico o número de recados que eu deixo pra mim mesmo colados no monitor, na CPU, no mural do quarto, no meu e-mail, na minha mochila e até dentro da minha carteira. Enfim, é só pra compartilhar a minha aflição. Preciso de férias!!!!!!!!!

E dá-lhe café.
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Confraria e agregados


Foto da última Terçà-Trash. Muitas pessoas novas.
O que bombou, na minha opinião, foi a partida de Imagem e Ação.


Obs: as fotos circulam pela internet, mas chegar ao meu e-mail que é bom... Catei no orkut das pessoas aí!

O Sustentável Desenvolvimento do Ser

Hoje tive uma aula de marketing "verde" (rs), e marketing de nicho.
O que me faz pensar em fazer mais opções ecologicamente corretas; pelo menos mais corretas do que as que eu ando tomando.
Comprar produtos de marcas que tenham
uma postura socio-ambiental, e mudar certos maus costumes. Não sou um grande inimigo do meio ambiente; só não criei ainda o costume de economizar aqui, reciclar ali, usar recursos renováveis lá...
Com a aula de hoje, veio uma vontade imensa de publicar algumas campanhas que fazem pensar "verde", aqui no Nu!.

Uma campanha de Guerrilha que foi para as ruas de Auckland, Nova Zelândia. Faz pensar no desperdicio. Pra quem passa na rua esse tipo de ação publicitária tem um impacto e tanto.
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Os anúncios geniais da WWF. O primeiro com madeireiros descansando sob a sombra da árvore (esse anúncio mata a pau), não precisa nem de texto complementar. O segundo usando o humor (o que não é muito aconselhável quando se trata de um assunto sério), bem legalzinho mostrando o fim da linha para o Tarzan.
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Sobre marketing de nicho, nada a acrescentar aqui por enquanto.
Contudo, pra quem é da área recomendo o livro "A Cauda Longa"*, que trata exatamente do crescimento dos nichos graças a web.

*ps.: ainda não li este por completo; comprei e em seguida emprestei pro Jean, pois achei que algo no livro poderia ajuda-lo na monografia. Mesmo assim recomendo, pois o pouco que li gostei.
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Catástrofe



Coisas assustadores merecem ser compartilhadas.Foto de HOJE.PASMEM.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Nostalgia hi-tech

Boa parte das pessoas nostálgicas não abre mão de seus pertences originais, que alguns chamam de ultrapassados. Muito por culpa da memória sentimental que temos; algumas vezes por culpa da construção da personalidade (e por que não dizer do personagem), e poucas vezes por acreditar que este objeto é realmente mais funcional do que um mais moderno.
Mas e quando essa nostalgia e a tecnologia convergem?
Separei uma lista de remodels, ou idéias de design com um toque vintage:
A Pro-Ject tem uma linha de toca discos com designs que vão do futurista ao retrô.
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Esta fita cassete tem complexo de superioridade; ela acha que é um Mp3. Na verdade é um Mp3! E o mais legal é que além do design bonitinho, este mimo funciona em qualquer toca-fitas (opa, já posso comprar um Opala76 e jogar o som do Justice na lata).
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E por fim este baú/mesa de centro que é para qualquer grande criança nostalgica chorar. Ele tem o formato do controle do velho Nintendo (o vovô dos video-games). E o mais legal é que essa mesa F-U-N-C-I-O-N-A!!! É um joystick real...Veja: